Odonto Luz · Zona Sul de São Paulo
Extração Dentária em São Paulo
Dente muito destruído, raiz fraturada ou dente sem sustentação no osso: o exame clínico com radiografia mostra se dá para manter o dente ou se a extração é indicada, e como repor o espaço depois. O siso tem página própria.
Avaliação com Dr. Marcelo Martins Machado, Dra. Bruna Rocha, Dr. Fabio Oliveira ou Dr. Marcello Henrique Zaparoli Machado CRO de cada um em Quem atende
A indicação é definida no exame, com cirurgião-dentista, nunca por foto ou mensagem.
Praça da Árvore e Vila das Mercês, com hora marcada.
444+ avaliações públicas das unidades.
Quando a extração costuma ser indicada
Manter o dente vem primeiro. A extração entra quando isso não é viável.
Sempre que houver estrutura e suporte ósseo suficientes, preservar o dente natural costuma ser preferível, com restauração ou tratamento de canal. A extração entra como alternativa quando manter o dente não é viável. Esta página fala dos dentes que não são o siso: para ele, veja a página de extração de siso.
Dente muito destruído
Quando a cárie ou a fratura deixa tão pouca estrutura sadia que não há como reconstruir o dente, ou desce muito abaixo da gengiva, a extração pode ser considerada.
Fratura vertical da raiz
Uma fratura vertical da raiz, que racha a raiz no sentido do comprimento, costuma deixar o dente sem condição de ser mantido. Por fora, ela pode mostrar muito pouco.
Dente sem sustentação
Com perda grande do osso de suporte, como na doença periodontal avançada, o dente pode não ter sustentação, mesmo com o canal tratado.
Infecção que persiste
Quando a infecção continua depois do retratamento do canal e, se indicada, de uma cirurgia na ponta da raiz (cirurgia parendodôntica), a extração passa a ser considerada.
Qual dessas situações se aplica ao seu dente, ou se nenhuma se aplica, só o exame define. A dor, o tamanho da cárie ou o tamanho do pedaço que quebrou não decidem sozinhos. Com dor ou inchaço, procure a avaliação o quanto antes: a página de urgência odontológica explica como agendar. Inchaço no rosto ou na gengiva, febre ou dificuldade para abrir a boca pedem atendimento no mesmo dia. Dificuldade para respirar ou para engolir, ou inchaço que desce para o pescoço, pedem pronto-socorro imediatamente.
Como é a avaliação
Três etapas antes de qualquer indicação.
Conversa e histórico de saúde
O cirurgião-dentista pergunta o que você está sentindo, desde quando, quais medicamentos você usa e se há alguma condição de saúde que mude o planejamento.
Exame clínico e radiografia
A boca é examinada, e a radiografia mostra a raiz, o osso em volta dela e os dentes vizinhos. Em situações específicas, pode ser pedida uma tomografia.
Opções e decisão
O cirurgião-dentista explica as opções do seu caso, o que cada uma envolve e o que pode acontecer se nada for feito. A decisão é tomada junto com você. Quando a extração é indicada, a conversa já inclui como repor o dente.
Como é a extração
Na maioria dos casos, no consultório e com anestesia local.
Anestesia local
A região é anestesiada antes de começar. Durante a extração, a pessoa pode sentir pressão, mas não deve sentir dor; se sentir, avise o cirurgião-dentista.
Técnica planejada
A forma de retirar o dente é escolhida a partir do exame, conforme o dente, as raízes e o osso em volta, e é explicada antes de começar.
Pontos e retorno
Quando é preciso, a gengiva recebe alguns pontos, e você sai com as orientações explicadas. O retorno para ver a cicatrização e, quando for o caso, tirar os pontos é marcado na própria consulta.
Cuidados nos primeiros dias
As orientações fazem parte do tratamento.
Logo depois da extração, forma-se um coágulo no local, que protege o osso enquanto a cicatrização começa. Os cuidados dos primeiros dias servem para proteger esse coágulo e a cicatrização e para controlar o inchaço. A orientação recebida na consulta vale acima de qualquer lista; o post cuidados no pós-operatório detalha cada uma.
Compressa fria
Do lado de fora do rosto, perto da região operada, nos primeiros dias, para ajudar a controlar o inchaço, no tempo e na frequência orientados.
Alimentação fria e pastosa
Nos primeiros dias, conforme a orientação recebida, alimentos frios e pastosos, nada quente: iogurte, vitamina gelada, sorvete sem pedaços. A volta à comida normal é aos poucos.
Repouso
Evite esforço físico e exercícios nos primeiros dias, mesmo que esteja se sentindo bem.
Higiene com cuidado
Escove todos os dentes normalmente, inclusive perto da região operada, com cuidado redobrado nesse local, seguindo a orientação recebida na consulta.
Nos primeiros dias, evite bochechos por conta própria, canudo e mexer na região com a língua ou os dedos, que podem deslocar o coágulo. Evite também fumar, que aumenta o risco de alveolite, e beber álcool, que pode atrapalhar a cicatrização. Não sentir dor logo depois não quer dizer que os cuidados podem ser relaxados. Sangramento que não para, dor que piora em vez de melhorar, inchaço que aumenta depois do segundo ou terceiro dia, ou febre pedem contato com o consultório. Dificuldade para respirar ou para engolir, ou inchaço que desce para o pescoço, pede pronto-socorro imediatamente, a qualquer hora; fora do horário do consultório, sangramento que não para também pede pronto-socorro.
- Coágulo: preenche o alvéolo, o espaço onde estava a raiz; os cuidados dos primeiros dias servem para não deslocá-lo.
- Dente vizinho: sem reposição, pode se inclinar em direção ao espaço com o tempo.
- Osso: na região sem dente, tende a diminuir, principalmente nos primeiros meses.
Depois da extração, forma-se um coágulo no alvéolo, que protege o osso enquanto a cicatrização começa.
Repor o dente depois da extração
A extração não encerra a questão.
Com o tempo, a falta de um dente que não é o siso pode afetar a mordida e o osso da região:
- os dentes vizinhos podem se inclinar em direção ao espaço;
- o dente oposto pode se movimentar para o lado do vão;
- o osso da região tende a diminuir, principalmente nos primeiros meses depois da perda do dente.
Por isso, quando a extração é planejada, vale conversar antes sobre como repor o dente. O dentista pode avaliar formas de reduzir a perda de volume do osso, como preencher o espaço da raiz com enxerto logo na extração. Nem todo caso tem indicação para isso.
Implante dentário
O implante é um pino, em geral de titânio, que se integra ao osso e sustenta a prótese. Se ele serve para o seu caso, e em que momento, depende da avaliação com exame de imagem. Veja implantes dentários.
Prótese
Fixa ou removível. Qual faz sentido depende de quantos dentes faltam, dos dentes que ficaram e da avaliação. Veja próteses dentárias.
Riscos da extração
Como toda cirurgia, a extração tem riscos, e eles são explicados antes.
Inchaço e desconforto nos primeiros dias são esperados e costumam ser controlados com gelo, repouso e a medicação prescrita. Condições de saúde e uso de medicamentos podem pedir cuidados antes da cirurgia, e isso é levantado na anamnese. Não suspenda por conta própria nenhum remédio, como um anticoagulante: se algo precisar mudar, isso é combinado com o cirurgião-dentista e com o médico que o receitou.
Entre os riscos descritos estão sangramento, infecção e alveolite (inflamação do alvéolo depois da extração). Nos dentes de trás de cima, mais raramente, pode haver comunicação com o seio maxilar, a cavidade de ar que fica acima deles. A chance de cada um depende do dente e da saúde de cada pessoa, e é explicada na consulta, antes de qualquer decisão.
Quem atende
Escolha com quem agendar a avaliação
Cada profissional tem registro próprio no Conselho Regional de Odontologia. A avaliação é com hora marcada, em uma das duas unidades, e a equipe confirma a disponibilidade.
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Dr. Marcelo Martins Machado
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Dra. Bruna Junger Rocha
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Dr. Fabio Oliveira
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Dr. Marcello Henrique Zaparoli Machado
Responsável técnicaDra. Wilsielen Sanches Luz · CRO-SP 93.271
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Escolha a que fica mais perto de você. A avaliação é feita nas duas.
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Praça da Árvore
a poucos passos do metrô Praça da Árvore
Av. Bosque da Saúde, 103 - Vila da Saúde - São Paulo - SP - 04142-090
Seg a sex 9h às 18h · Sáb 9h às 13h
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Vila das Mercês
próximo à base da Polícia Militar
Av. Padre Arlindo Vieira, 1417 - Jardim Vergueiro - São Paulo - SP - 04166-000
Seg a sex 9h às 18h · Sáb 9h às 13h
Avaliações no Google
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As avaliações são públicas e ficam no perfil de cada unidade no Google, com a nota e o relato de cada paciente.
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4,9 / 5
Praça da Árvore · 200+ avaliações
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5,0 / 5
Vila das Mercês · 244+ avaliações
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Nota e total exibidos conforme a última conferência no perfil de cada unidade; os dois podem mudar.
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Perguntas frequentes
Respostas gerais. O que vale para o seu caso é definido na avaliação presencial.
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