Odonto Luz · Zona Sul de São Paulo

Extração Dentária em São Paulo

Dente muito destruído, raiz fraturada ou dente sem sustentação no osso: o exame clínico com radiografia mostra se dá para manter o dente ou se a extração é indicada, e como repor o espaço depois. O siso tem página própria.

Seg a sex 9h às 18h · Sáb 9h às 13h. Prefere ligar? (11) 5584-7495

Avaliação com Dr. Marcelo Martins Machado, Dra. Bruna Rocha, Dr. Fabio Oliveira ou Dr. Marcello Henrique Zaparoli Machado CRO de cada um em Quem atende

Avaliação presencial

A indicação é definida no exame, com cirurgião-dentista, nunca por foto ou mensagem.

2 unidades, desde 2014

Praça da Árvore e Vila das Mercês, com hora marcada.

Nota 4,9 e 5,0 no Google

444+ avaliações públicas das unidades.

Quando a extração costuma ser indicada

Manter o dente vem primeiro. A extração entra quando isso não é viável.

Sempre que houver estrutura e suporte ósseo suficientes, preservar o dente natural costuma ser preferível, com restauração ou tratamento de canal. A extração entra como alternativa quando manter o dente não é viável. Esta página fala dos dentes que não são o siso: para ele, veja a página de extração de siso.

  • Dente muito destruído

    Quando a cárie ou a fratura deixa tão pouca estrutura sadia que não há como reconstruir o dente, ou desce muito abaixo da gengiva, a extração pode ser considerada.

  • Fratura vertical da raiz

    Uma fratura vertical da raiz, que racha a raiz no sentido do comprimento, costuma deixar o dente sem condição de ser mantido. Por fora, ela pode mostrar muito pouco.

  • Dente sem sustentação

    Com perda grande do osso de suporte, como na doença periodontal avançada, o dente pode não ter sustentação, mesmo com o canal tratado.

  • Infecção que persiste

    Quando a infecção continua depois do retratamento do canal e, se indicada, de uma cirurgia na ponta da raiz (cirurgia parendodôntica), a extração passa a ser considerada.

Qual dessas situações se aplica ao seu dente, ou se nenhuma se aplica, só o exame define. A dor, o tamanho da cárie ou o tamanho do pedaço que quebrou não decidem sozinhos. Com dor ou inchaço, procure a avaliação o quanto antes: a página de urgência odontológica explica como agendar. Inchaço no rosto ou na gengiva, febre ou dificuldade para abrir a boca pedem atendimento no mesmo dia. Dificuldade para respirar ou para engolir, ou inchaço que desce para o pescoço, pedem pronto-socorro imediatamente.

Como é a avaliação

Três etapas antes de qualquer indicação.

  1. Conversa e histórico de saúde

    O cirurgião-dentista pergunta o que você está sentindo, desde quando, quais medicamentos você usa e se há alguma condição de saúde que mude o planejamento.

  2. Exame clínico e radiografia

    A boca é examinada, e a radiografia mostra a raiz, o osso em volta dela e os dentes vizinhos. Em situações específicas, pode ser pedida uma tomografia.

  3. Opções e decisão

    O cirurgião-dentista explica as opções do seu caso, o que cada uma envolve e o que pode acontecer se nada for feito. A decisão é tomada junto com você. Quando a extração é indicada, a conversa já inclui como repor o dente.

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Dra. Wilsielen Sanches Luz, responsável técnica da Odonto Luz
Dra. Wilsielen Sanches LuzResponsável técnica · CRO-SP 93.271

Como é a extração

Na maioria dos casos, no consultório e com anestesia local.

  • Anestesia local

    A região é anestesiada antes de começar. Durante a extração, a pessoa pode sentir pressão, mas não deve sentir dor; se sentir, avise o cirurgião-dentista.

  • Técnica planejada

    A forma de retirar o dente é escolhida a partir do exame, conforme o dente, as raízes e o osso em volta, e é explicada antes de começar.

  • Pontos e retorno

    Quando é preciso, a gengiva recebe alguns pontos, e você sai com as orientações explicadas. O retorno para ver a cicatrização e, quando for o caso, tirar os pontos é marcado na própria consulta.

Cuidados nos primeiros dias

As orientações fazem parte do tratamento.

Logo depois da extração, forma-se um coágulo no local, que protege o osso enquanto a cicatrização começa. Os cuidados dos primeiros dias servem para proteger esse coágulo e a cicatrização e para controlar o inchaço. A orientação recebida na consulta vale acima de qualquer lista; o post cuidados no pós-operatório detalha cada uma.

  • Compressa fria

    Do lado de fora do rosto, perto da região operada, nos primeiros dias, para ajudar a controlar o inchaço, no tempo e na frequência orientados.

  • Alimentação fria e pastosa

    Nos primeiros dias, conforme a orientação recebida, alimentos frios e pastosos, nada quente: iogurte, vitamina gelada, sorvete sem pedaços. A volta à comida normal é aos poucos.

  • Repouso

    Evite esforço físico e exercícios nos primeiros dias, mesmo que esteja se sentindo bem.

  • Higiene com cuidado

    Escove todos os dentes normalmente, inclusive perto da região operada, com cuidado redobrado nesse local, seguindo a orientação recebida na consulta.

Nos primeiros dias, evite bochechos por conta própria, canudo e mexer na região com a língua ou os dedos, que podem deslocar o coágulo. Evite também fumar, que aumenta o risco de alveolite, e beber álcool, que pode atrapalhar a cicatrização. Não sentir dor logo depois não quer dizer que os cuidados podem ser relaxados. Sangramento que não para, dor que piora em vez de melhorar, inchaço que aumenta depois do segundo ou terceiro dia, ou febre pedem contato com o consultório. Dificuldade para respirar ou para engolir, ou inchaço que desce para o pescoço, pede pronto-socorro imediatamente, a qualquer hora; fora do horário do consultório, sangramento que não para também pede pronto-socorro.

O espaço que fica depois da extraçãoDesenho esquemático em corte de dois molares, um de cada lado, e entre eles o alvéolo, o espaço no osso onde estava a raiz do dente extraído, preenchido pelo coágulo. Os números indicam o coágulo, um dente vizinho e o osso. 123
  1. Coágulo: preenche o alvéolo, o espaço onde estava a raiz; os cuidados dos primeiros dias servem para não deslocá-lo.
  2. Dente vizinho: sem reposição, pode se inclinar em direção ao espaço com o tempo.
  3. Osso: na região sem dente, tende a diminuir, principalmente nos primeiros meses.

Depois da extração, forma-se um coágulo no alvéolo, que protege o osso enquanto a cicatrização começa.

Repor o dente depois da extração

A extração não encerra a questão.

Com o tempo, a falta de um dente que não é o siso pode afetar a mordida e o osso da região:

  • os dentes vizinhos podem se inclinar em direção ao espaço;
  • o dente oposto pode se movimentar para o lado do vão;
  • o osso da região tende a diminuir, principalmente nos primeiros meses depois da perda do dente.

Por isso, quando a extração é planejada, vale conversar antes sobre como repor o dente. O dentista pode avaliar formas de reduzir a perda de volume do osso, como preencher o espaço da raiz com enxerto logo na extração. Nem todo caso tem indicação para isso.

  • Implante dentário

    O implante é um pino, em geral de titânio, que se integra ao osso e sustenta a prótese. Se ele serve para o seu caso, e em que momento, depende da avaliação com exame de imagem. Veja implantes dentários.

  • Prótese

    Fixa ou removível. Qual faz sentido depende de quantos dentes faltam, dos dentes que ficaram e da avaliação. Veja próteses dentárias.

Riscos da extração

Como toda cirurgia, a extração tem riscos, e eles são explicados antes.

Inchaço e desconforto nos primeiros dias são esperados e costumam ser controlados com gelo, repouso e a medicação prescrita. Condições de saúde e uso de medicamentos podem pedir cuidados antes da cirurgia, e isso é levantado na anamnese. Não suspenda por conta própria nenhum remédio, como um anticoagulante: se algo precisar mudar, isso é combinado com o cirurgião-dentista e com o médico que o receitou.

Entre os riscos descritos estão sangramento, infecção e alveolite (inflamação do alvéolo depois da extração). Nos dentes de trás de cima, mais raramente, pode haver comunicação com o seio maxilar, a cavidade de ar que fica acima deles. A chance de cada um depende do dente e da saúde de cada pessoa, e é explicada na consulta, antes de qualquer decisão.

Quem atende

Escolha com quem agendar a avaliação

Cada profissional tem registro próprio no Conselho Regional de Odontologia. A avaliação é com hora marcada, em uma das duas unidades, e a equipe confirma a disponibilidade.

Responsável técnicaDra. Wilsielen Sanches Luz · CRO-SP 93.271

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Onde atendemos

2 unidades na Zona Sul de São Paulo

Escolha a que fica mais perto de você. A avaliação é feita nas duas.

  • Praça da Árvore

    a poucos passos do metrô Praça da Árvore

    Av. Bosque da Saúde, 103 - Vila da Saúde - São Paulo - SP - 04142-090

    4,9 no Google · 200+ avaliações

    Seg a sex 9h às 18h · Sáb 9h às 13h

    Ver a unidade Como chegar

  • Vila das Mercês

    próximo à base da Polícia Militar

    Av. Padre Arlindo Vieira, 1417 - Jardim Vergueiro - São Paulo - SP - 04166-000

    5,0 no Google · 244+ avaliações

    Seg a sex 9h às 18h · Sáb 9h às 13h

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Avaliações no Google

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As avaliações são públicas e ficam no perfil de cada unidade no Google, com a nota e o relato de cada paciente.

Nota e total exibidos conforme a última conferência no perfil de cada unidade; os dois podem mudar.

Antes de agendar

Perguntas frequentes

Respostas gerais. O que vale para o seu caso é definido na avaliação presencial.

Ficou com outra dúvida? Fale com a gente
Não. O siso tem página própria, a de extração de siso, com o que muda na avaliação e na cirurgia dele. Esta página fala da extração dos outros dentes.
Sempre que houver estrutura e suporte ósseo suficientes, preservar o dente natural costuma ser preferível. A comparação entre as opções é feita na avaliação presencial, com radiografia, e a decisão é tomada junto com você.
Não necessariamente. A dor não decide sozinha, e muitas vezes o dente pode ser mantido com restauração ou com tratamento de canal. Só o exame mostra a causa e a conduta. Com dor, procure a avaliação o quanto antes. Inchaço no rosto ou na gengiva, febre ou dificuldade para abrir a boca pedem atendimento no mesmo dia. Dificuldade para respirar ou para engolir, ou inchaço que desce para o pescoço, pedem pronto-socorro imediatamente.
Depende do quadro. Às vezes a infecção é tratada primeiro e a extração é feita depois; em outros casos, a extração pode ser feita já no primeiro momento. Essa decisão é tomada no exame. Não tome antibiótico por conta própria: quando o dentista o indica, o antibiótico pode ajudar a conter a infecção que se espalhou, mas não remove a origem dela no dente.
Na maioria dos casos, a extração é feita sob anestesia local. A pessoa pode sentir pressão, mas não deve sentir dor; se sentir, avise o cirurgião-dentista. Depois que a anestesia passa, desconforto e inchaço nos primeiros dias são esperados e costumam ser controlados com gelo, repouso e a medicação prescrita.
Varia conforme o dente, a técnica usada e a resposta de cada organismo. Quando há inchaço, ele costuma chegar ao máximo entre o segundo e o terceiro dia e vai cedendo na sequência.
Depende da extração e do tipo de atividade. Exercícios e esforço físico ficam suspensos nos primeiros dias; a volta é combinada com o cirurgião-dentista na consulta.
É a inflamação do alvéolo, o espaço onde o dente estava, que pode acontecer quando o coágulo se desfaz cedo, se desloca ou não se forma bem. Um sinal comum é a dor que piora alguns dias depois da extração, em vez de melhorar. Nesse caso, procure o consultório: o tratamento é feito presencialmente.
Não pare por conta própria. Parar ou reduzir a dose sem orientação também tem risco. Leve a lista do que você toma à avaliação: se algo precisar mudar, isso é combinado com o cirurgião-dentista e com o médico que receitou o remédio.
Com o tempo, a falta de um dente que não é o siso pode afetar a mordida e o osso da região, e por isso vale conversar sobre a reposição antes da extração. O siso é um caso à parte e nem sempre precisa ser reposto. A necessidade de reposição, e a forma, é avaliada pelo dentista e decidida junto com você.
Em alguns casos, sim, conforme o osso da região. Em outros, espera-se a cicatrização, às vezes com enxerto antes. O momento do implante é definido na avaliação, com exame de imagem.
Em criança, a decisão sobre o dente de leite segue a avaliação infantil: a página Kids explica como é a consulta.
O valor depende do que for definido na avaliação, como o dente, o tipo de procedimento planejado e se haverá reposição. Essa informação é passada na consulta: chame no WhatsApp para agendar a avaliação.
Na Praça da Árvore e na Vila das Mercês, na Zona Sul de São Paulo, com hora marcada: a avaliação e o tratamento são feitos nas duas unidades. Os endereços e o caminho até cada unidade estão na página de consultórios.

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Fale com a equipe, tire suas dúvidas e combine unidade, dia e horário. Atendimento com hora marcada, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados das 9h às 13h.

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