Contenção do aparelho soltou: o que fazer até a consulta
O fio da contenção descolou de um dente, ou a placa quebrou? Fio de contenção solto costuma não doer, e por isso é...
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Dra. Wilsielen Sanches Luz CRO-SP 93.271 Publicado em 15 de setembro de 2026
Nem sempre quer dizer que o implante foi perdido. O implante é o pino de titânio que fica dentro do osso. O "dente" que aparece na boca é a coroa, presa sobre ele por um parafuso ou por cimento, e com frequência o que se solta é essa coroa ou o parafuso que a segura, com o implante ainda firme no lugar. Guarde a peça, não tente encaixá-la de volta e procure o dentista: só o exame presencial, em geral com radiografia, mostra o que de fato saiu.
A reabilitação sobre implante costuma ter três partes. O implante é a "raiz" artificial, instalada no osso. O pilar (ou intermediário) é a peça que faz a ligação com a boca. A coroa é o dente visível, feito de cerâmica ou outro material restaurador, que pode ser parafusada ou cimentada sobre o pilar.
Por isso "caiu o implante" pode descrever situações bem diferentes: a coroa se soltou sozinha, a coroa saiu junto com o pilar, o parafuso quebrou ou afrouxou, ou, menos comum, o próprio implante saiu do osso. Algumas pistas ajudam a contar ao dentista o que aconteceu, como a peça ter formato de dente ou vir com uma rosca metálica, mas não fecham a questão. Quem diferencia uma situação da outra é o exame clínico.
A mastigação aplica força sobre o implante muitas vezes ao dia, e com os anos isso tende a afrouxar o parafuso ou desgastar o cimento que prende a coroa. O apertamento e o bruxismo aumentam essa carga, e mudanças na mordida ou uma pancada também podem contribuir.
Em muitos casos há aviso antes: a coroa começa a mexer, aparece um estalo ao mastigar ou uma folga perto da gengiva. Se o seu implante está nessa fase, veja também o que fazer quando o implante fica mole.
Quando o implante segue firme, o reparo costuma ser feito no consultório: o dentista avalia os componentes, reaperta ou troca o parafuso, recoloca a coroa e confere a mordida. Se a coroa estiver trincada ou gasta, pode ser indicada uma nova.
É menos frequente e costuma acontecer em dois momentos. Nas primeiras semanas ou meses, quando o osso não se integra ao implante como esperado. Ou anos depois, geralmente por peri-implantite: uma inflamação da gengiva e do osso ao redor do implante, ligada ao acúmulo de placa, que vai destruindo o suporte aos poucos e muitas vezes sem dor. Fumo, diabetes descompensado e falta de acompanhamento estão entre os fatores que aumentam esse risco.
Antes de o implante sair, é comum surgirem sinais como sangramento ao escovar, gengiva inchada ou retraída ao redor dele, pus ou mau gosto na região. Depois da perda, a área precisa cicatrizar. Um novo implante pode ser avaliado mais adiante, às vezes com enxerto ósseo antes, e essa decisão depende de exames de imagem e da causa da perda.
O implante não tem cárie, mas a gengiva e o osso em volta dele continuam vivos e reagem à placa como reagem ao redor de um dente natural. As consultas de acompanhamento servem para a limpeza profissional, para conferir o aperto dos componentes e a mordida, e para pedir radiografia quando necessário. O intervalo costuma ficar em torno de seis meses, mas é o dentista quem define para cada paciente. Em casa, a escovação e a limpeza entre os dentes e ao redor do implante continuam indispensáveis. Saiba mais sobre o tratamento na página de implantes dentários da Odonto Luz.
Sempre que algo soltar, mesmo sem dor. Sem sintomas, dá para agendar nos dias seguintes. Dor, inchaço, pus, febre ou a suspeita de que saiu o implante inteiro pedem atendimento sem esperar, e aí vale a nossa página de urgência odontológica. Levar a peça que saiu ajuda o dentista a entender o que se soltou.
O dente do seu implante soltou? Agende uma avaliação na Odonto Luz, unidades Praça da Árvore e Vila das Mercês, em São Paulo, e leve a peça que saiu.
Clínica Odontológica Odonto Luz Ltda — CRO-CL 17.276
RT: Dra. Wilsielen Sanches Luz — CRO-SP 93.271
Não é recomendado. Cola de uso doméstico ou de dentadura pode ficar presa na rosca do implante e nos componentes, atrapalhar o encaixe e tornar o reparo mais trabalhoso. Guarde a peça limpa e leve na consulta.
Em muitos casos um novo implante pode ser avaliado depois que a região cicatriza, às vezes com enxerto ósseo antes. Isso depende de exames de imagem, da quantidade de osso e do que levou à perda, e só é definido na avaliação presencial.
Sem dor, sem inchaço e sem sangramento, costuma dar para agendar nos dias seguintes, evitando mastigar daquele lado. Com dor, inchaço, pus, febre ou se a peça que saiu for o próprio implante, a avaliação não deve esperar.
Sim. O implante não tem cárie, mas acumula placa e tártaro, e a gengiva e o osso ao redor podem inflamar sem doer. As consultas de acompanhamento servem para limpar, conferir o aperto dos componentes e a mordida, e o intervalo é definido pelo dentista para cada caso.
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