Afta que não sara ou vive voltando: quando ir ao dentista
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Dra. Wilsielen Sanches Luz CRO-SP 93.271 Publicado em 28 de outubro de 2026
Disseram que você não tem osso para implante na arcada de cima e que o caminho seria um enxerto? Em alguns casos, uma das opções é o implante zigomático: um implante longo que se apoia no osso zigomático, a maçã do rosto. A Odonto Luz faz esse tratamento, e se ele serve para você é decidido na avaliação para implante, com exame de imagem.
Quando a arcada de cima perde muito osso, os implantes comuns podem não ter onde se firmar. O implante zigomático é mais longo e se apoia no osso zigomático, que fica acima, na maçã do rosto.
Ele não costuma trabalhar sozinho. Em geral se combina um zigomático de cada lado com implantes comuns na frente; quando também falta osso na frente, podem ser dois de cada lado. Os implantes ficam unidos pela prótese, em geral da arcada inteira, e ele não é usado sozinho para repor um dente.
Em geral, um zigomático de cada lado trabalha junto com implantes comuns na frente, unidos pela prótese. Se esse é o caminho para você, só a avaliação com tomografia mostra.
Ele é uma opção para quem perdeu muito osso na arcada de cima, quando os implantes comuns não caberiam sem enxerto. Também pode ser considerado quando um enxerto ou implantes anteriores não deram certo.
Nem sempre ele dispensa o enxerto: dependendo de onde os implantes precisam ficar, pode ser preciso combinar técnicas. E não há regra que diga, para todos os casos, quando preferir o zigomático ao enxerto. A escolha é feita caso a caso.
O enxerto reconstrói o volume de osso. Às vezes o implante entra no mesmo procedimento; em outros casos, espera-se alguns meses pela formação do osso novo (veja não tenho osso para implante). Quando dispensa o enxerto, o zigomático pode encurtar o tempo até a prótese.
Em troca, a cirurgia é mais complexa que a do implante comum, pode ter complicações sérias e pode exigir sedação ou anestesia geral. Uma revisão Cochrane de 2026 encontrou um único ensaio clínico que comparou o zigomático com implantes comuns em osso enxertado; nele, o zigomático teve provavelmente mais complicações, menos perda de implantes e menos tempo até a prótese. Entre as complicações nos tecidos, a mais relatada é a sinusite; também são relatadas infecção da gengiva em volta do implante, comunicação entre a boca e o seio maxilar e alteração de sensibilidade no rosto. O resultado depende muito da experiência de quem opera.
A avaliação pede radiografia panorâmica e tomografia que mostre o osso do maxilar, o osso zigomático e o seio maxilar. Com os exames e o exame clínico, o dentista avalia se dá para usar implantes comuns, se o caminho é o enxerto, o zigomático ou uma combinação.
A saúde do seio maxilar e a saúde geral também entram na conta. Sinusite não tratada, fumo, diabetes descompensado, imunidade baixa, gravidez, radioterapia na região e alguns remédios para osteoporose pesam na decisão. Nem todo paciente é candidato, e só a avaliação presencial com os exames diz qual caminho serve.
Agende uma avaliação na Odonto Luz, nas unidades Praça da Árvore e Vila das Mercês, em São Paulo. Se já tiver tomografia ou radiografia recentes, leve na consulta.
Clínica Odontológica Odonto Luz Ltda · CRO-CL 17.276
É um implante longo que se apoia no osso zigomático, a maçã do rosto, e é usado na arcada de cima. Em geral ele trabalha junto com outros implantes, unidos por uma prótese.
Em alguns casos, sim. Nem sempre: dependendo de onde os implantes precisam ficar, pode ser preciso combinar técnicas. A escolha é feita caso a caso, depois da avaliação com tomografia.
A cirurgia é mais complexa que a do implante comum e pode ter complicações sérias. Entre as complicações nos tecidos, a mais relatada é a sinusite; também são relatadas infecção da gengiva em volta do implante, comunicação entre a boca e o seio maxilar e alteração de sensibilidade no rosto.
Não. A saúde do seio maxilar e a saúde geral entram na avaliação, e só o exame presencial com tomografia diz qual caminho serve para cada caso.
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