Contenção do aparelho soltou: o que fazer até a consulta
O fio da contenção descolou de um dente, ou a placa quebrou? Fio de contenção solto costuma não doer, e por isso é...
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Dra. Wilsielen Sanches Luz CRO-SP 93.271 Publicado em 18 de setembro de 2026
Em muitos casos, sim. Ouvir "não tem osso suficiente" quer dizer que, naquela região, a altura ou a espessura do osso hoje não comporta o implante do jeito que ele seria colocado num osso íntegro. Há técnicas para reconstruir esse volume ou contornar a falta dele, como o enxerto ósseo e o levantamento do seio maxilar. Se alguma delas serve para você, e qual, depende de uma avaliação presencial com exame de imagem.
O osso que envolve a raiz, chamado osso alveolar, existe para sustentar o dente. Quando o dente é extraído ou perdido, essa parte do osso deixa de receber o estímulo da mastigação e tende a se remodelar, perdendo altura e largura. Estudos que acompanharam essa cicatrização mostram que boa parte da redução acontece nos primeiros meses após a extração, e o processo pode seguir, mais devagar, ao longo dos anos.
Outros fatores costumam somar. A doença periodontal destrói o osso ao redor dos dentes antes mesmo de eles caírem. Infecções, extrações difíceis e próteses removíveis apoiadas sobre a gengiva por muito tempo também contribuem. Na parte de trás do maxilar superior existe ainda o seio maxilar, uma cavidade de ar que tende a ocupar parte do espaço deixado pelo osso.
Para se fixar e aguentar a força da mastigação, o implante precisa ficar envolvido por osso em toda a sua extensão. Se falta volume, parte dele ficaria exposta, ou a instalação chegaria perto de estruturas como o seio maxilar ou o nervo que passa por dentro da mandíbula. Por isso, quando o dente foi perdido há bastante tempo, o planejamento pode incluir uma etapa de preparo antes do implante.
O tempo não torna o implante impossível. O que ele costuma mudar é o caminho, que pode ficar mais longo. Vale saber também o que acontece com a mordida e com os dentes vizinhos quando o espaço fica vazio: explicamos em o que acontece quando você perde um dente.
A radiografia panorâmica dá uma visão geral da boca, mas medir altura e espessura costuma exigir a tomografia computadorizada de feixe cônico, a tomografia odontológica. Ela mostra o osso em três dimensões e a posição do seio maxilar e do nervo. Com ela e o exame clínico, o dentista avalia se o implante pode ser instalado diretamente, se precisa de preparo ou se outra solução faz mais sentido. Foto ou relato à distância não substituem essa etapa.
Qual técnica é indicada, se alguma for, depende do volume de osso, da região da boca, da saúde geral e da prótese planejada.
Fumo, diabetes descompensado e doença periodontal ativa interferem na cicatrização do osso e no planejamento. Alguns medicamentos também, como certos remédios usados no tratamento da osteoporose, e por isso a consulta inclui a história de saúde e a lista do que você toma. Quando há inflamação na gengiva, tratá-la antes do implante costuma fazer parte do plano.
Quando a extração é planejada, o dentista pode avaliar formas de reduzir a perda de volume, como preencher o espaço da raiz com enxerto logo na extração ou, em casos selecionados, instalar o implante no mesmo momento. Nem todo caso tem indicação para isso, mas conversar sobre o implante antes de extrair ajuda a planejar. Saiba mais sobre o tratamento na página de implantes dentários da Odonto Luz.
Disseram que você não tem osso para implante? Agende uma avaliação na Odonto Luz, unidades Praça da Árvore e Vila das Mercês, em São Paulo. Se já tiver tomografia ou radiografia recentes, leve na consulta.
Clínica Odontológica Odonto Luz Ltda — CRO-CL 17.276
RT: Dra. Wilsielen Sanches Luz — CRO-SP 93.271
O procedimento é feito com anestesia local. Nos dias seguintes, desconforto e inchaço são comuns e tendem a ser controlados com a medicação e os cuidados orientados pelo dentista. A intensidade varia com o tipo e a extensão do enxerto.
Depende do caso. Às vezes o implante é instalado no mesmo procedimento do enxerto; em outros, é preciso aguardar alguns meses pela formação do osso novo, e o momento é definido pelo dentista com exame de imagem.
Em muitos casos existe alguma alternativa, como enxerto, levantamento do seio maxilar ou outro planejamento dos implantes. Em outros, uma prótese sem implante pode ser mais indicada. Só a avaliação presencial com tomografia define o caminho.
Não existe garantia. O material pode não se integrar como esperado, e fumo, infecção e algumas condições de saúde aumentam esse risco. Por isso o planejamento considera a saúde geral e inclui acompanhamento depois do procedimento.
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